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PlanOoh - Estratégia em OOH

A forma como consumimos mídia mudou e os furacões nos mostram isso.

Em setembro do ano passado o governo americano solicitou que a Apple ativasse chips de rádio FM instalados nos iPhones, o que permitiria acesso de usuários a informações vitais durante desastres naturais que comprometam redes sem fio, impedindo o acesso a internet.

Por Leonardo Paludetto dia em Mídia OOH

A forma como consumimos mídia mudou e os furacões nos mostram isso.
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Em setembro do ano passado o governo americano solicitou que a Apple ativasse chips de rádio FM instalados nos iPhones, o que permitiria acesso de usuários a informações vitais durante desastres naturais que comprometam redes sem fio, impedindo o acesso a internet. A resposta da Apple foi que não se trata de ativar ou não o chip, mas sim uma complexa engenharia de hardware e que os modelos não dispunham mais dessa funcionalidade. Os chips de rádio e antena receptora FM já haviam sido substituídas dando aos aparelhos outras funcionalidades.

O motivo dessa discussão entre governo e empresa foi a passagem de 3 terríveis furacões, Harvey, Irma e Maria, que arrasaram Porto Rico, Texas e Flórida no ano passado. O rádio era essencial na distribuição de notícias durante as tormentas e o fato de muitas pessoas não possuírem um receptor foi um ponto de alerta para o governo americano.

A forma como consumimos mídia mudou e os furacões nos mostram isso.

E retomo esse assunto aqui no Linkedin por uma simples razão. Um ano depois temos uma nova temporada de furações nos EUA e amanhã a costa do estado americano da Carolina do Norte deve ser impactado pelo furacão Florence, previsto como um dos mais devastadores da história. 


Em uma grande mobilização para evacuação das área de risco a informação também está sendo distribuída pela mídia OOH e nesse aspecto os painéis digitais espalhados pelas áreas de risco estão tendo uma importância fundamental.


A forma como consumimos mídia mudou e os furacões nos mostram isso.

A sofisticação desse elemento de mídia OOH permite mudanças rápidas de mensagem, garantindo atualizações constantes sobre o status da aproximação, e segmentação de mensagem, possibilitando a entrega de um conteúdo com orientações específicas para cada região. Dessa forma locais com maior risco recebem avisos de evacuação, enquanto pessoas em áreas afetadas secundariamente podem ser orientadas a procurar abrigo, mas sem a necessidade de deixar suas casas, por exemplo.

 
Decidi falar sobre isso, pois esse exemplo ilustra como a tecnologia vem mudando a forma como nos comunicamos e recebemos a informação. O consumo da mídia mudou!

A forma como consumimos mídia mudou e os furacões nos mostram isso.


Isso quer dizer que eu entendo que o OOH, por exemplo, pode substituir o rádio? Claro que não. Seria muito oportuno enaltecer o OOH frente ao rádio, mas confesso que não acredito ser algo muito honesto. Cada meio tem suas características e o fato de, por questões circunstanciais, o rádio não estar ao alcance das pessoas não é um demérito. Eu realmente acredito que o OOH pode potencializar todas as mídias e tenho diversos exemplos que mostram isso de forma concreta. A chave da questão é que tudo seja feito da forma correta e cada meio utilizado por questões técnicas.

Por outro lado esse exemplo reforça a nova força que a mídia OOH vem ganhando na última década, consolidando cada vez mais como uma grande mídia de massa que pode ser utilizada de forma dinâmica para colocar uma mensagem pertinente em contato com o público. Saber utilizar todo esse potencial é fundamental para alcançar resultados e distribuir uma mensagem de maneira pertinente e relevante.

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